Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas

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Sindguarda Alagoas

O Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas (Sindguarda-AL) vem a público manifestar repúdio e esclarecer mais um episódio de violência envolvendo pessoas que usurpam a função de guarda municipal, ocorrido desta vez no município de Rio Largo.

O Sindguarda-AL lamenta o ocorrido e esclarece que as pessoas envolvidas não são guardas municipais concursados, não integrando o efetivo legal da corporação. Trata-se de indivíduos que não passaram pelas etapas necessárias e fundamentais para o exercício do cargo com profissionalismo e responsabilidade, como prova objetiva em concurso público, avaliação psicológica, teste de aptidão física e curso de formação.

É imprescindível reforçar que os guardas municipais de carreira são servidores legalmente investidos, preparados técnica e psicologicamente para atuar na proteção da população e na preservação da ordem pública, sempre dentro dos limites da lei e do respeito aos direitos humanos. Atos de violência e abuso de poder praticados por pessoas irregulares não representam a Guarda Municipal e não podem ser atribuídos à categoria.

Diante da gravidade e da recorrência desse tipo de situação em diferentes municípios, o Sindguarda-AL cobra do prefeito de Rio Largo a imediata convocação dos aprovados no concurso público realizado entre 2024 e 2025, como medida urgente para regularizar a Guarda Municipal, encerrar práticas ilegais de contratação e garantir um serviço de segurança pública qualificado e comprometido com a legalidade.

O sindicato informa, ainda, que irá provocar o Ministério Público do Estado de Alagoas para que apure os fatos ocorridos em Rio Largo, investigue as responsabilidades da gestão municipal e adote as providências cabíveis para coibir a usurpação da função pública e a violação de direitos da população.

O Sindguarda-AL reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos da categoria, com a valorização da Guarda Municipal legalmente constituída e com o bem-estar da sociedade alagoana.

Sindguarda-AL
Maceió, 06 de fevereiro de 2026