Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas

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Sindguarda Alagoas

O vice-presidente do Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas (Sindguarda-AL), Charles Sanches, está em Guarulhos, São Paulo, participando de uma importante etapa de qualificação técnica para a segurança pública municipal. Representando a Guarda Civil Municipal de Maceió, Sanches integra o grupo de profissionais selecionados para a 31ª edição do Curso de Uso Diferenciado da Força (UDF).

O evento, que ocorre entre os dias 16 e 20 de março de 2026 , é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), em parceria com a Prefeitura de Guarulhos. A capacitação faz parte do programa estratégico “Município Mais Seguro”.

Formação de multiplicadores

Com a presença de representantes de 36 municípios que aderiram ao programa federal, o curso foca na padronização doutrinária e no aprimoramento operacional. Charles Sanches destaca que o objetivo central vai além do aprendizado individual: a meta é transformar cada participante em um instrutor capacitado para replicar o conhecimento em suas bases.

“É um curso formado para os instrutores das Guardas Municipais. Quando chegarmos às nossas guardas, temos que replicar para os colegas da corporação a que pertencemos. Como já sou instrutor de Maceió e de outros municípios, fui indicado pela minha Guarda para isso”, explicou Sanches.

Treinamento com armamento eletrônico

Na terça-feira (17), as atividades foram concentradas em disciplinas práticas e teóricas de alto impacto. Um dos destaques foi a instrução sobre o manuseio de Armas Eletrônicas de Incapacitação Neuromuscular (AINM), popularmente conhecidas como Taser.

O vice-presidente do Sindguarda compartilhou registros do treinamento, ressaltando a importância técnica da ferramenta:

“Hoje a disciplina é de arma elétrica incapacitante, que é a Taser. o armamento que estamos usando aqui no treinamento”.

Além das armas eletrônicas, o cronograma do curso abrange:

  • Legislação e Modelos de UDF;
  • Presença, Postura e Verbalização;
  • Técnicas de Contenção e Imobilização;
  • Uso de Espargidores Lacrimogêneos;
  • Processo de Tomada de Decisão em Crises.

Avaliação e certificação

Diferente de cursos tradicionais, a avaliação é contínua e baseada em oficinas práticas, onde os docentes acompanham a evolução técnica e o respeito às regras de segurança. Para receber a certificação via plataforma SINESP, o discente precisa ser considerado apto em todas as simulações, garantindo que o uso da força seja sempre ético e responsável.

As atividades encerram-se na sexta-feira (20), quando os representantes retornarão aos seus municípios com a missão de atualizar os procedimentos das guardas locais de acordo com as diretrizes nacionais da Senasp.