Na quarta-feira (22), representantes do Sindguarda-AL, Agmeal e Asisgma se reuniram com o presidente da Câmara Municipal de Maceió, vereador Chico Filho, e com o vereador Zé Márcio, para tratar das emendas ao projeto de lei que dispõe sobre a reestruturação da carreira da Guarda Civil Municipal de Maceió.
A principal preocupação das entidades era a possibilidade de o projeto tramitar em regime de urgência, o que poderia inviabilizar a análise e apresentação das emendas construídas coletivamente pela categoria durante assembleia.
Durante a reunião, o presidente da Câmara garantiu que o projeto não seguirá em regime de urgência e que haverá espaço para debate.
“O projeto não tramitará em regime de urgência. Tramitará de forma ordinária, pedido aqui do vereador Zé Márcio, pedido aqui de toda a categoria. Podem ficar tranquilos”, afirmou Chico Filho.
Segundo ele, a tramitação ordinária permitirá que as propostas sejam analisadas com mais profundidade pelos parlamentares.
“A ideia nossa aqui, tramitando de forma ordinária, é que a gente possa discutir bem as emendas. Pisca trouxe aqui algumas emendas, já recebi outras também. Vamos analisar todas essas emendas. Os vereadores têm o compromisso de sentar, discutir e construir um Projeto de Lei que atenda a toda a categoria”, completou.
O presidente do Sindguarda-AL, Carlos Pisca, agradeceu a abertura ao diálogo e destacou a importância da garantia de debate no Legislativo.
“Em nome da categoria, eu quero agradecer ao presidente da Câmara e ao vereador Zé Márcio pela oportunidade. Nós vamos apresentar essas emendas à presidência da Casa”, afirmou.
Participaram da reunião, além dos vereadores Chico Filho e Zé Márcio, o presidente e o vice-presidente do Sindguarda-AL, Carlos Pisca e Charles Sanches; a presidente e o vice-presidente da Agmeal, Cláudia Santana e Cleif Ricardo; e o presidente e o vice-presidente da Asisgma, inspetor Fidélis e subinspetor Muniz.
As entidades seguem acompanhando de perto a tramitação e apresentando as propostas discutidas com os guardas municipais.
A união da categoria, por meio de suas entidades representativas, é fundamental para fortalecer o diálogo e assegurar que a reestruturação atenda, de fato, às necessidades de todos.






